20.5.2012


   
Dia da FamíliaDIA DA FAMÍLIA

Em uma manhã inspirada no bairro parisiense Montmartre, pais e filhos puderam pintar ao som de um violino, acompanhados pelo artista plástico Caio Nascimento.

Clique nas galerias abaixo e confira as fotos.

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Visita da Tribo Fulni-ôTODO DIA É DIA DE ÍNDIO

"SOMA YOOKAHE OTXHAYTOWA DOTKANEWTWI SETSOTWA YA EEPJADWALHA KMASILHAXTO YATXIWKA KAKSEHEMA OWA SETSHNEHELHA KE"

FULNI-Ô

(Amanhã iremos para o meio dos brancos, fazer a união entre brancos e índios. Vamos pedir a Deus para que tudo dê certo nessa cidade.)

Recebemos a visita da Tribo Fulni-ô e juntos celebramos a união das nossas culturas! Clique aqui e confira alguns momentos do nosso dia.
Sorrio AmazonasSORRIO AMAZONAS

"Conta a lenda, falam os índios que de lágrimas me formei

Quem sou eu? Para onde vou? Venham logo descobrir

Tenho encantos, tenho encontros, índios, mata, fauna e flora. Ribeirinhos no caminho, lendas, artes e muitas cores. De canoa, rede, barco ou com muita imaginação

Embarque nesta viagem para viver essa emoção."

Veja nas galerias abaixo as atividades do projeto pedagógico do 1º semestre.

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Primeira Vez na PedraPRIMEIRA VEZ NA PEDRA

"Há escolas que são gaiolas
e há escolas que são asas.

Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo.

Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros. O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado."

Rubem Alves


Clique nas galerias abaixo e confira o primeiro voo de seus pequenos.

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Papel PinelPAPEL PINEL

Papel Pinel é uma fábrica terapêutica, situada no ambulatório do Instituto Municipal Philippe Pinel, na zona sul do Rio de Janeiro. Nasceu em abril de 2000, como uma Oficina de Papel artesanal, buscando construir uma alternativa de trabalho e enfatizar a cultura do reaproveitamento, tanto material quanto humano. Em parceria com algumas empresas que doam papéis usados, a psicóloga Esther Marco Wenna coordena a fábrica onde seus pacientes produzem cadernos, blocos, agendas e cartões além de camisetas, mochilas e bolsas. Os papéis restantes são vendidos e todo o lucro da fábrica vai para o sustento da mesma e a renda dos pacientes.

Clique aqui e saiba mais.

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